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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Eficiência e comodidade

Temos encomendado sempre os livros escolares da pequenada online na Wook ou na Porto Editora. Na aplicação de aquisição dos manuais escolares é só indicar o distrito, o concelho e a escola e o site indica logo os livros adotados, convém sempre confirmar a listagem, não vá o diabo tecê-las! Em dois dias são entregues em casa, sem stress nem filas. Recomendamos vivamente! 
A carrada de livros da pequenada para este ano letivo

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Rico ou pobre? Nada como ter um termo de comparação!

A OCDE criou uma "ferramenta" que permite comparar o rendimento mensal ou anual de uma agregado familiar com a restante população do país. Em 10 clicks, ficamos a saber isto e muito mais: a nossa visão, o nosso ideal e o que se verifica na realidade. 

domingo, 28 de junho de 2015

Transporte de crianças: praia, visitas de estudo e outros passeios

Quatro autocarros cheios de crianças do 1º ciclo, o entusiasmo está ao rubro, estão prestes a partir para aquilo que será o seu primeiro dia de praia com a escola! Três dos autocarros partem, entre muitos sorrisos e mãozitas a dizer adeus mas um permanece na escola: o motorista recusa-se a avançar afirmando que este tipo de serviço não é considerado transporte público de crianças, mas sim transporte coletivo de crianças, logo todas as crianças com altura inferior a 1,35 m ou idade inferior a 12 anos durante o transporte têm que usar banco elevatório. Há anos que a escola organiza visitas de estudo e saídas para a praia e nunca tal tinha sido exigido por nenhuma das empresas transportadoras contratadas, as crianças viajavam utilizando apenas os cintos disponíveis no autocarro. Telefonema para a empresa a pedir esclarecimentos e a relatar que três motoristas não tinham colocado entraves, que não tinha sido mencionado nada no contrato assinado, blábláblá. ... Conclusão, o motorista acabou por arrancar para a praia, alguns miúdos instalados nas suas cadeiras, os pais que permaneceram na escola e estavam de carro foram buscar as suas, outros não. Estava levantada a lebre! 
Após alguma pesquisa, a lei que regulamenta o transporte de crianças (Lei nº 13/2006 de 17 de Abril), é clara: o uso de banco elevatório é obrigatório dos 4 aos 12 anos ou para crianças com altura inferior a 1,35m, no entanto não regulamenta de quem é a responsabilidade do fornecimento das cadeiras, se a empresa transportadora ou se a escola mas, a coima, por não cumprimento deste requisito, é aplicada ao vigilante (auxiliar, educador, professor) responsável pelas crianças e não ao motorista nem à empresa. 
A direção da escola emitiu uma circular solicitando, aos pais, que trouxessem os bancos elevatórios, uma vez que a empresa (a rodoviária) não se disponibilizava para o fazer e referindo ainda que já tinha contactado outras empresas, que fornecem o "serviço completo", o que seria tido em conta e acautelado em futuras situações. 
O transporte de crianças até aos três anos, não pode ser efetuado utilizando bancos elevatórios. Neste caso, têm que ser requisitados autocarros adaptados com o sistema de cintos de segurança de três pontos de apoio que permita a instalação das respetivas cadeiras. Durante a minha pesquisa, e informação confirmada pela direção da escola, nenhuma, ou praticamente nenhuma, empresa transportadora em Portugal, possui este tipo de autocarros adaptados.
Todos pretendemos que as nossas crianças viagem em segurança e confiamos, pais e escola, que a empresa transportadora, como responsável pelo transporte, garanta a mesma e todos os seus requisitos; na minha ótica, parece-me o mais lógico. Todas as lei, em geral, estão sujeitas a várias interpretações e ambiguidades mas, esta lei, neste ponto fulcral, é OMISSA! Estranho... ou então não, protege, claramente, a empresa transportadora, imputando todas as responsabilidades aos vigilantes. 
Pergunto eu: se a escola contrata o serviço de transporte de crianças, que é caríssimo, por sinal, por que razão esta não é responsável pelo fornecimento de todas as condições de um transporte seguro? Sendo que a lei que rege o transporte coletivo de crianças data de 2006 (tem 9 anos) porque razão só se começaram a levantar estas questões agora? 

O panfleto da PSP é bastante elucidativa e esclarecedor (ver em grande)

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Big brother is watching you???

Se por acaso consultais a vossa conta gmail no telemóvel, carregai aqui para verificardes se o google sabe por onde tendes andado nos últimos tempos. Surpreendei-vos ... ou então não! Tomai providências para o evitar, se assim o entenderdes... 
Tudo armazenadito ... poderosos!
Por aqui o histórico é este:

Para consultardes mais coisas que o google sabe sobre vós carregai aqui. Baseado nas pesquisas que fazeis, no mesmo browser em, e quando, estais logado no gmail,  assim como no perfil de vossa excelência, o google "prepara" os anúncios que melhor se adaptam aos interesses de vossa excelência. 
Creepy stuff!!

sábado, 9 de maio de 2015

Custo de vida pelo mundo

Muito interessante e curioso este site/base de dados, onde podemos ver em cada país, e em algumas cidades, o preço médio de variados bens essenciais (água, eletricidade, leite, roupa, etc.), dos transportes, da gasolina, das rendas de casa, dos valores de compra de casa, média mensal de salários, custos de saúde, etc.  Também tem informações sobre os níveis de poluição, crime e tráfego. Vale a pena espreitar aqui!

sábado, 25 de abril de 2015

Alergias alimentares

Desde dezembro de 2014, todos os estabelecimentos de restauração e cafetaria, incluindo as empresas fornecedoras de estabelecimentos públicos (como escolas, hospitais, entre outros), ou empresas privadas, são obrigados, segundo normativas europeias, a prestar informação sobre as substâncias/compostos alergénicos dos alimentos confeccionados e vendidos ao público. CLAP, CLAP, CLAP!  
No restaurante Varandas de Xisto, na recôndita aldeia de Casal de São Simão, foi a primeira vez que vi referência a esta importante e muito útil, que só peca por tardia, pequena grande ajuda para quem sofre de alergias alimentares. Serei eu que ando distraída, e não reparei nisto em mais lado nenhum, ou serão os senhores da restauração que se andam a esquivar?



quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Uma dica para ajudar os míudos a não perder o fio à meada na Matemática - "Novo Barrinhas"

As dificuldades, sentidas por muita crianças, na disciplina de matemática, são amplamente debatidas e todos, ou quase todos, têm sempre um razão/justificação a apresentar, sendo a mais comum "Eu nunca fui bom, nunca gostei de matemática, o meu filho é como eu!" ou então "O problema são os professores que não sabem explicar!". 
Gostar de matemática e ter capacidade para aprender matemática e/ou compreender um raciocínio matemática são coisas muito distintas e nada têm a ver com genética, até prova em contrário. 
A principal dificuldade prende-se, no meu entender, com o raciocínio abstracto requerido que, muitas vezes, os alunos não têm bem desenvolvido, o que os leva a não adquirir e/ou compreender noções fundamentais, transformando-se depois numa bola neve pois os conhecimentos estão encadeados e dependentes uns dos outros! 
Os novos programas vêm, em grande escala, contribuir para isto pois introduzem, no meu entender precocemente, noções abstractas cada vez mais cedo, como por exemplo, a noção de fração, de fração equivalente e de soma de frações, temas que começam a ser abordados no 2º ano e antes eram abordados a partir do 5ºano. Decorar não é o segredo, é preciso perceber, para se conseguir aplicar em qualquer situação, e para perceber é necessário concretizar/visualizar. É isto que faz o livro "O Novo Barrinhas" no estudo das frações e na resolução de problemas, concretiza, usando barrinhas e quadradinhos, facilitando, e muito, a resolução de problemas e a interiorização da metodologia (passos) a seguir na sua resolução. É um sistema que ajuda os alunos a representar os dados do problema, a compreender o que é pedido, é um método e uma forma de organizar/sistematizar o pensamento que fica e que se aplica em anos vindouros. Há problemas com frações, no 7º, 8º e 9ºano, que ensino os meus alunos a resolver usando o "barrinhas", não é mecânico, não é uma receita, é perceber, representar e analisar se temos que multiplicar, dividir, somar ou subtrair. O essencial é aprender a PENSAR e exercitar e estes livros ensinam como fazer ambos. Os livros do Barrinhas, há um para cada ano de escolaridade do  1º ciclo, estão organizados da seguinte forma 3 exercícios resolvidos, passo por passo, e depois tem muitos exercícios para aplicar o método. Recomendo vivamente, sou fã!
 
(o preço de cada livro anda à volta dos 5€ na fnac, wook, bertrand, etc) 















O segredo está entre o 3º/4º ano e o 6ºano evitar que os miúdos percam o fio à meada, porque perdendo, é muito, muito mais difícil recuperá-lo pois não é só a falta de conhecimento mas o próprio aluno achar que nunca conseguirá: "porque nunca percebeu nada e já é assim há muitos anos" e no 7º/8º ano já dão a disciplina como perdida, desistem sem qualquer esforço :( !

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Cacau

Sempre a aprender agora com a prima T. que partilhou o que observou e aprendeu na sua visita a São Tomé e Príncipe. 

O fruto do cacaueiro que cresce no tronco e nos ramos.

As sementes (favas) que estão dentro do fruto, que se podem chupar, tipo rebuçado, e têm um sabor agridoce.


As semente torradas que depois de moídas dão origem ao cacau - principal ingrediente do chocolate.

Na opinião de muitos os chocolates de São Tomé e Príncipe são os melhores mas também os mais caros, uma referência mundial são os chocolates Claudio Corallo

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Cotonetes

Na vossa lista de resoluções para o novo ano (eu não dou para esse peditório), coloquem esta "NÃO DEITAR COTONETES PARA A SANITA". 
Bem sei que está um frio de enregelar os ossos, mas lembram-se quando foram à praia de encontrar uns pauzinhos brancos que pensaram, certamente, que eram paus de chupa-chupa? O que viram foram cotonetes, e há aos milhares espalhadas pelas nossas praias, são o resíduo mais encontrado nas praias e oceanos. Como as cotonetes são demasiado finas, as ETAR´s não têm capacidade de as reter, e estas acabam por ser transportadas,  até aos rios, etc. Para além da questão estética, temos a questão da saúde pública, pois muitos animais confundem as cotonetes com alimento e ao ingeri-las morrem, o que pode facilitar a propagação de doenças através da contaminação das águas, por exemplo.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Distinguir o sinal de maior e de menor

Sempre a aprender, agora com o pequeno do meio. Admirada com a facilidade com que utilizava, sem erros nem confusões o sinal de < e > quando ele me diz "É muito fácil, o número maior tem que ficar sempre dentro do bico do passáro! Não me digas que não sabias?". Pequeno do meio "dominando o pedaço" 
Há anos que ouço várias estratégias, as dos meus alunos, mas esta parece-me de longe a melhor que já vi/ouvi. Fica a dica ...




quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

domingo, 3 de agosto de 2014

Cartão de Emergência da Criança

Relevante, em caso de acidente, quando se viaja com crianças pequenas, especialmente, se a criança tem alguma problema de saúde e requer algum tratamento específico. Na esperança de nunca ser utilizado mas é sempre bom prevenir.
Basta imprimir e colar na cadeirinha do carro. Inventado por uma mãe que tem um filho com autismo e adaptado pela Escola Nacional de Bombeiros. Ideia simples e muito útil.  

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Carsharing

Olha o que nós encontrámos nas imediações do elevador Chão de Loureiro! Um popó da Carsharing, uma nova forma de circular em Lisboa. Saber mais aqui
Boa sorte João para este teu novo projeto!

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Prezi

Completamente rendida às potencialidades do Prezi: uma excelente alternativa ao habitual PowerPoint, conceito muito apelativo. Para a versão mais simples basta fazer o registo online e depois é só começar a brincar ...opsss, trabalhar e explorar :)


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Pinhões

(antes que alguém leve o pacotito no bolso)

                                                             (125 gramas - 10,99€ )
( as reservas cá de casa patrocinadas pelo avô que apanhou as pinhas, esperou que abrissem e retirou os pinhões recorrendo ao uso do martelo e muita paciência! Olha a fortuna à vista ... hummm, vamos só encher a barriga!) 

domingo, 8 de dezembro de 2013

Época do Azeite - visita a um lagar

Novembro e dezembro, é o período de funcionamento dos lagares de azeite no Ribatejo.
Aqui fica o registo de uma visita a um desses lagares.

À chegada ao lagar, a azeitona é pesada e colocada em tulhas - espaços onde a azeitona é amontoada antes de ser moída. No lagar que visitámos, cada tulha leva cerca de 40 toneladas de azeitonas.

A azeitona é lavada, passando num depósito de água onde existe um mecanismo que a faz circular, retirando assim a terra e as folhas que possam vir misturadas.

De seguida, a azeitona é levada do "tanque de limpeza" para a moagem. Antigamente, usavam-se as mós para moer as azeitonas, actualmente, é utilizada uma espécie de picadora que transforma as azeitonas em massa. Esta massa é composta por azeite, água e o bagaço (caroços e cascas moídas) e é colocada em capachos. O monte de capachos é empilhado num carro que será colocado na prensa. Um carro leva cerca de 60 capachos que comportam até 500 quilos de massa. No centro do carro, existe um ferro (agulha) onde os capachos são enfiadas, garantindo, assim, que o monte não se desfaz enquanto é prensado.

No cimo do monte de capachos, é colocada uma chapa de metal para que o azeite não saia por cima.





A "bateria" é a máquina que injeta água à pressão e que faz subir a prensa até atingir a pressão de 380 kg/cm2.


À medida que a prensa sobe o azeite e a água vão saindo para um depósito (tarefas).



Antigamente, a parte sólida que fica nos capachos (bagaço) era removida batendo com um pau nos capachos, actualmente é usada uma máquina. 

Tradicionalmente, o bagaço era usado para alimentar os porcos, hoje em dia, o lagar vende o bagaço para produção de energia, através da sua queima, ou para produção de azeites refinados e óleos.

À parte líquida que corre para o depósito é adicionada água a 30 graus. Ali ficam em repouso para que a água se separe do azeite durante cerca de 8 horas.














No final, o azeite é ainda centrifugado para retirar as última impurezas e guardado em depósitos no lagar.


Passado uns dias da entrega da azeitona no lagar, cada produtor pode ir buscar o "seu" azeite.

Tradicionalmente, para medir a quantidade de azeite, utilizava-se uma medida especial com um buraco estrategicamente colocado na parte superior que garantia que não fossem colocados mais do que 5 litros de azeite, caso contrário este escorria para fora.

A qualidade do azeite é avaliada, principalmente, pelo seu sabor mas também pelo grau de acidez.
Um azeite com um grau de acidez menor que 2% e sem adição de azeite refinado é considerado azeite virgem, com um grau de acidez inferior a 0,8% é considerado extra virgem. No entanto, o seu cheiro e sabor são bem mais importantes para o consumidor final e estes não estão diretamente relacionados com o grau de acidez.
Os azeites com graus de acidez superior a 2% não devem ser utilizados para o consumo humano e chamam-se lampantes.

Existem três modos de cobrança pela moagem da azeitona no lagar:
1) O produtor recebe uma determinada quantidade de azeite por cada quilo de azeitona entregue no lagar
Neste caso a azeitona dos vários produtores é junta numa tulha e toda a azeitona é moída em conjunto. Para cada tulha é calculada a funda (quantidade de litros de azeite por cada 100 kg de azeitona) e os vários produtores levam o azeite em proporção à azeitona que tinham naquela tulha. O valor típico para a funda é da ordem dos 10 litros de azeite para cada 100 kg de azeitona, apesar de isso depender da qualidade e eficiência do lagar. 
É na diferença entre o valor da funda e o verdadeiro valor do azeite produzido a partir da azeitona recebida que provém a receita do lagar pois o azeite que não é entregue aos produtores é mais tarde vendido pelo lagar. O valor da funda é calculado tendo em conta vários factores por exemplo: se o valor for muito alto mais produtores vão querer utilizar o lagar mas menor é a quantidade de azeite que fica para o lagar vender.

2) Pagamento de uma quantia fixa por cada quilo de azeitona recebida.
Neste caso, o produtor de azeite paga simplesmente pelo serviço de produção de azeite (um valor entre os 10 e os 15 cêntimos por quilo) e a sua azeitona é moída em separado e todo o azeite é entregue ao produtor. Este modelo, normalmente, só é aceite pelo lagar se o produtor trouxer uma grande quantidade de azeitonas, tipicamente, mais do que 1000 Kg.
Neste caso, o "rendimento" da azeitona pode chegar a valores na ordem dos 18 litros por cada 100 kg de azeitona recebida.

3) O lagar cobra uma percentagem fixa do azeite produzido
Neste caso a azeitona também é moída em separado como no caso anterior e no final o lagar fica com uma percentagem da ordem dos 15% do azeite produzido sendo o restante entregue ao produtor.

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