sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Adereço giro

(adereço que a pimpolha mais velha utilizou na festa de natal, feito, pela sua professora, utilizando papel EVA brilhante)

Registos

 Tudo mais do que registado na festa de natal da pequenada e por muitos! As luzes dos ecrãs todas no ar quase que ofuscam as estrelas!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Ofertas de natal

Este ano deu-nos para isto, oferecer o nosso tempo, partilhar os nossos gostos e sabores com carinho!

(colares e gancho made by us)

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Tartarugas ninja feitas pela pequenada



"Falta a roxa!" reclamou o pequeno do meio. Lá chegaremos ...

Diz que é encetar..!

Por aqui diz-se encertar um bolo! É que encetar nem soa bem mas parece que esta é que consta do dicionário mas ... encertar consta aqui, diz que é um regionalismo da Beira Baixa e não só, pois cá estamos nós para comprová-lo!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Até as cegonhas andam baralhadas

Uma vaga de frio e eis que chegam as cegonhas, tipo D. Sebastião, no meio de um nevoeiro cerradíssimo. Pergunto; não deviam andar por África nesta altura do ano? 
O tempo, diz que é por causa de um tal de aquecimento global, até as cegonhas baralha! 






Peões, jogos e semáforos - Uma ideia simples

Na Alemanha, uma ideia simples para entreter os peões enquanto esperam que o semáforo fique 
verde. Tenho algumas dúvidas que vingasse em Portugal mas não deixa de ser um boa tentativa e incentivo! Surpreendeu-me ser na Alemanha ...

A casa de gengibre, o natal e as perguntas da pequenada

Na sequência do nosso casebre de gengibre, a pimpolha mais velha fez várias pergunta "Por que é que se fazem casas de gengibre no Natal?" "A nossa casa deve ser a única que tem a estrela e o menino Jesus. O que é que o menino Jesus tem a ver com as casas de gengibre?" Fomos investigar.

O gengibre chega, pela 1ª vez, à Europa, nos século X, uma das especiarias provenientes das várias incursões de exploradores por terras orientais. No entanto, só a partir da idade média, devido às cruzadas e afins, se tornou uma especiaria de fácil acesso e muito utilizada, nos conventos, onde se faziam biscoitos de gengibre para as  comemorações/festas de inverno. 
Foi/é uma especiaria muito popular na Alemanha, onde tem origem a tradição das casas de gengibre. Há quem diga que as casas de gengibre surgem, no início do século XIX, na sequência do famoso conto dos irmãos Grimm  "Hansel and Gretel", as crianças que se perdem na floresta e encontram uma casa feita de doces. Outras correntes afirmam que as casas já existiam e que o conto dos irmãos Grimm só as tornou mais popular. 
As casas de gengibres decoradas com doces não são uma tradição americana mas sim alemã. Uma tradição adoptada por outros países nórdicos e à América por via da emigração.

Efetivamente, parece-me que o nosso casebre de gengibre deve ser dos únicos que tem o menino Jesus mas isso deve-se apenas à falta de criatividade ou deverei dizer a uma inspiração divina :)?

O nosso casebre de gengibre


Um bom "projeto" para um fim de semana. Tivemos vários imprevistos e improvisos, muitos deles devido à nossa falta de um estudo aprofundado sobre esta verdadeira obra de engenharia:
 - escolhemos começar por fazer uma grande casa, para quem se inicia nestas lides, é melhor começar por uma mais pequena;
- os telhados da casa eram muito inclinados, um verdadeiro teste à ação da gravidade;
- esquecemo-nos de aparar e endireitar as bolachas, ainda quentes, para ficasse tudo direitinho e em "
"contacto"; 
- os telhados ficaram com um altura bem superior as paredes da casa, o que dificultou a colagem, devido ao peso e à falta de base de sustentação;
- uma das paredes laterais partiu-se durante a montagem;
- discutimos, efusiva e vigorosamente, uns com os outros pois cada um tinha a sua opinião como montar a casa, sem que esta se desmoronasse, e não se inibiu de partilhar com os demais. Como é óbvio cada um achou que a sua técnica era a melhor ;)
- pensámos em desistir;
- optámos pela reconstrução e trabalhámos com as condicionantes que tínhamos, uma parede partida e paredes e telhados muito tortos e já cheios de "cola"
- começámos tudo de novo e trocámos as paredes com o telhado (daí a casa parecer tão alta e nada estar "à face") 
- começámos a usar o saco de pasteleiro para não esbranquiçar tudo durante a colagem, embora já estivesse tudo muito branco devido à 1ª tentativa;
- ajustámos a técnica, depois de um estudo mais aprofundado, e rendemo-nos ao copo para segurar as paredes enquanto secavam;
- ficámos todos orgulhosos quando a nossa casa se aguentou de pé depois de tantos acidentes/reajustes; 
- apanhámos uma barrigada de doces ao decorá-la;
- quando acabámos de decorá-la, a 1ª pergunta da pequenada foi "Quando é que podemos começar a comê-la? Está com um ar delicioso!"
Trabalhoso, moroso, um teste à paciência mas valeu a pena e a malta divertiu-se! Não temos uma casa xpto mas temos um casebre, bastante rústico e arejado! Temos é uma força de expressão pois já sobra pouco, muito pouco!

(a frente da casa)

(uma lateral muito arejada e com muita neve a escorrer)

(o Pai Natal a simular a sua entrada pela chaminé e a tapar mais um buraco e a família num quintal colorido)

(faltou-nos a imaginação e a criatividade e de repente ocorreu-me a estrela cadente, uma cabana e o menino jesus) 

(olha a bolacha partida)


Para as bolachas e moldes utilizámos esta receita para a "cola- glacé" fizemos esta receita. Recomendamos esta atividade e há quem já pergunte cá por casa "Quando é que fazemos a próxima?"
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